Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? – TupiGuarani

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Durante a realização de um Projeto de Construção Civil, é necessária a análise de diversos fatores. Na parte Estrutural do projeto, surgem muitas dúvidas, principalmente na escolha dos materiais que serão utilizados. As opções mais populares, neste caso, são o bloco cerâmico e o bloco de concreto. Para saber qual é o ideal para você, continue lendo.

Os fatores que devem ser levados em conta são a resistência, a segurança e a durabilidade. Nas estruturas, a preferência é pelos materiais de maior resistência, que exigem menores esforços e gastos de manutenção.

Cada material tem um ciclo de vida diferente, com prazos específicos para sua aplicação. Materiais como cimento, concreto e areia, geralmente, são comprados antes do início da obra. Isso evita a queda de eficiência, principalmente devido ao empedramento.

O bloco para alvenaria estrutural é outro elemento importantíssimo, pois, ele define a resistência da estrutura e a coordenação modular dos projetos. Como já foi dito, na construção civil, o bloco de concreto e o bloco cerâmico são os mais utilizados.

Os modelos de blocos variam em tamanho, disposição dos furos e textura, além das propriedades físicas e mecânicas. E para avaliar os aspectos ambientais e os potenciais impactos associados ao ciclo de vida desses materiais, é realizada Avaliação do Ciclo de Vida (ACV).

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Importância da Avaliação do Ciclo de Vida em seu projeto

A ACV avalia produtos, processos ou serviços desde a extração de matérias-primas, passando pelas etapas de transporte, produção, distribuição e utilização até seu descarte final.

Além disso, a Avaliação do Ciclo de Vida também ajuda na identificação de possíveis melhorias ao longo do ciclo de vida do produto e no fornecimento de dados ambientais complementares e informações úteis para as tomadas de decisão.

O setor de cerâmica vermelha foi o primeiro, em toda a cadeia da construção civil brasileira, a se dedicar ao estudo completo do impacto ambiental do ciclo de vida de seus produtos e a publicá-lo.

Sendo que a canadense Quantis foi a escolhida para desenvolver o estudo. Através dos métodos utilizados, foi possível reafirmar as principais vantagens destes produtos naturais e identificar aspectos que podem evoluir na sua produção.

Para ajudar o consumidor a escolher o produto que menos agride o meio ambiente, foi realizada a ACV dos produtos cerâmicos em comparação aos equivalentes de concreto. Confira os resultados desse estudo a seguir.

Resultados da ACV dos Blocos Estruturais

Segundo os estudos realizados pela Quantis, as paredes que utilizam o bloco cerâmico têm menos impacto nas Mudanças Climáticas do que seus equivalentes de concreto. Veja o por quê.

A emissão de gases de efeito estufa de 1m² parede de blocos cerâmicos é de aproximadamente 50% do m² em bloco de concreto e cerca de 34% de 1m² de parede de concreto moldado in loco.

Isso acontece, principalmente pelo fato de que o bloco cerâmico utiliza, em sua fabricação, fontes de energia renovável, como cavaco de madeira e biomassas descartadas pelas indústrias, ajudando a limpar o meio ambiente, com a redução das emissões de metano.

As paredes de blocos cerâmicos impactam menos nos esgotamento de recursos naturais não renováveis. Elas consomem 43% menos destes recursos que uma parede de bloco de concreto e por volta de 63% menos do que é consumido por uma parede de concreto armado moldado in loco.

Outro dado importante fornecido por este estudo é de que 1m² de parede feita de blocos cerâmicos necessita de 24% menos água que 1m² de parede de blocos de concreto e 7% menos do que a parede de concreto moldado in loco. No caso da parede cerâmica, o consumo de água deve-se sobretudo à utilização da argamassa e não ao blocos.

Podemos concluir, definitivamente, que o bloco cerâmico é a melhor opção em um Projeto de Construção Civil. Sabendo disso, a TupiGuarani, empresa que está há 50 anos no mercado, vem se especializando em produzir blocos cerâmicos de qualidade, com baixo custo e satisfação para os clientes.

Fontes:
Anicer

Mapa da Obra
Atex Brasil

 

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Contando com uma equipe de 120 colaboradores, a empresa vem crescendo e ampliando o seu mercado no sul do Brasil, fruto de muito trabalho, dedicação e compromisso, além da confiança depositada pelos seus clientes.

Com duas unidades fabris e um centro de distribuição no oeste catarinense, a empresa atende toda a região sul do Brasil, com uma produção de mais de 6 milhões de peças por mês, possuindo processos com tecnologia de ponta e uma equipe de engenheiros e técnicos qualificados.

Conheça neste link todas as informações de contato da TupiGuarani, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Felipe Nascimento

Água da Chuva no Verão: Saiba os Benefícios – Casa da Cisterna

Água da Chuva no Verão: Saiba os Benefícios - Casa da Cisterna

Com a chegada do calor, o consumo de água nas cidades aumenta naturalmente, de acordo com as necessidades da população. Alguns fatores que contribuem para este aumento são as duchas, piscinas e banheiras, atividades de limpeza, além do consumo humano, que também é maior no verão.

No entanto, nem sempre o fornecimento de água tratada da cidade consegue acompanhar esse crescimento na demanda, e assim ocorre a falta de água.

Essa situação de falta de água é ainda mais acentuada em cidades do litoral, onde a estadia de milhões de turistas que chegam para aproveitar a praia faz com que o consumo de água tratada aumente exponencialmente durante a “temporada”.

Os que costumam rumar ou fazem residência em cidades litorâneas, certamente já passaram por experiência similar.

Apesar de parecer um problema de difícil solução (pois depende muito da quantidade de água disponível e da empresa fornecedora de água), existem outras alternativas que são muito simples e eficientes, como o uso de ÁGUA DA CHUVA.

A Água da Chuva é indicada para diversas aplicações, como:

  • Completar a água da piscina;
  • Lavar cadeiras de praia;
  • Lavar pisos, calçadas e carros;
  • Atividades de jardim;
  • Atividades de limpeza em geral;
  • Descargas sanitárias e outros.

Se cada residência, prédio e demais edificações possuírem um sistema de aproveitamento de água da chuva para tais atividades, a água potável será destinada apenas ao consumo humano, prevenindo problemas de escassez.

Para isso, basta uma Cisterna, filtros e um sistema de calhas. A instalação é simples, e os produtos de longa duração.

A economia é certa! Com uma cisterna de apenas 1000L é possível economizar até 50 mil litros de água potável por ano. Além de poupar a água tratada e cuidar do meio ambiente, é possível economizar também na conta de água no fim do mês.

Além disso, o uso de Cisternas em massa pela população também ajuda a prevenir possíveis enchentes nas cidades, causadas por fortes chuvas, sobretudo no verão.

Isso acontece porque grande parte da água que seria depositada no chão impermeabilizado, passa a ser armazenada no interior das cisternas. Quanto mais recipientes de armazenamento, menor a quantidade de água no chão, auxiliando a prevenção de enchentes.

Só depende de você!

Visite a Casa da Cisterna, e conheça nossos produtos.

Conheça neste link todas as informações de contato da Casa da Cisterna, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

O que você precisa saber sobre a Água da Chuva – Casa da Cisterna

O que você precisa saber sobre a Água da Chuva – Casa da Cisterna

A Água da Chuva vem sendo cada vez mais utilizada como uma alternativa na preservação de água potável. Sabe-se que, de toda água existente no planeta Terra, menos de 1% está disponível nos rios e lagos para abastecer as cidades. Por isso, o uso de água da chuva é uma opção eficiente para evitar a falta de água tratada.

A água da chuva não é indicada para consumo humano, porém pode ser utilizada em diversas outras atividades, tanto nas empresas e indústrias, quanto nas residências.

Como usar a água da chuva?

Para que a água da chuva possa ser aproveitada, deve primeiro ser armazenada corretamente em recipientes próprios para isso, as Cisternas.

São produtos de alta durabilidade, já equipados com proteção UV e antimicrobiana, o que impede a proliferação de fungos e outros organismos danosos, mantendo a água em condições de uso.

Com isso, ela pode ser aplicada em atividades do dia a dia, como:

  • Lavar calçadas, pisos e carros;
  • Lavagem de roupas e banheiros;
  • Regar plantas e atividades de jardim;
  • Nas descargas sanitárias;
  • Para dar de beber e dar banho em animais;
  • Proteção contra incêndios;
  • No enxágue e resfriamento de peças, para indústrias;
  • Para encher lagos e piscinas (recomendado utilizar até 1/3 de água da chuva);
  • Atividades de limpeza em geral.

Ao desempenhar tais atividades com água da chuva, a água potável e tratada é reservada apenas para o consumo humano, ajudando a prevenir a escassez e os problemas gerados pela falta de água. Além disso, traz economia na conta de água ao fim do mês.

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Fibertim: Corrosão – O problema tem solução

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Estudos confirmam que a corrosão é um dos grandes problemas nas indústrias ao redor do mundo.

E, as estatísticas mostram que bilhões de dólares são usados anualmente na tentativa de sanar os problemas e recuperar os prejuízos causados por ela.

Graças a tecnologia, hoje já é possível tratar e prevenir a corrosão com produtos altamente eficazes e sem prejuízo ao meio ambiente.

No nosso post, falaremos sobre a corrosão, sua ação e o tratamento com anticorrosivos voltados para a indústria que utiliza em seu processo qualquer tipo de produto químico. Leia mais!

O que é corrosão?

Para falarmos de cuidados anticorrosão, primeiramente precisamos entender o que é corrosão, para depois combatê-la ou cuidar dela.

Corrosão trata-se de um termo químico para designar o desgaste gradual de um corpo ou objeto qualquer que sofre uma transformação química e/ou física em relação ao meio em que está inserido.

A corrosão pode causar a destruição total, parcial, superficial ou estrutural do material atingido.

Para entendermos melhor, um exemplo bem comum de corrosão é a ferrugem presente nas estruturas de ferro.

A corrosão em outros materiais

Além da conhecida ferrugem nos ferros, a corrosão atinge outros materiais, tais como:

  • Polímeros (plásticos),
  • Estruturas de concreto armado.

Assim, a corrosão é classificada em três categorias, que são:

Eletroquímica: é o tipo mais comum de corrosão e a ferrugem é o exemplo mais fácil e básico para entendermos. Geralmente acontece com a ação da água.

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Fonte: Brasil Escola

Eletrolítica: a corrosão eletrolítica acontece por falta do chamado isolamento ou o aterramento e por isso formam-se as correntes de fuga.

Quando essas correntes escapam para o solo, formam-se então os furos nas áreas afetadas.

Geralmente elas são comuns em tubulações de água e de petróleo, ou ainda em canos telefônicos ou de postos de gasolina.

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Fonte: Brasil Escola

A corrosão química

A corrosão química é causada por algum agente químico que age diretamente no material.

Esse material pode ou não ser um metal e não há necessidade da presença da água.

Geralmente são causados por solventes ou agentes oxidantes, podendo quebrar as macromoléculas dos materiais, danificando-os muitas vezes por completo.

Os chamados agentes poluentes também são causadores da corrosão química e estes agem quase sempre nos concretos armados de construções.

A corrosão química é também chamada de corrosão seca, porque acontece pelo ataque de um agente químico diretamente no material, sem a presença da água.

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Fonte: Brasil Escola

Os locais mais atingidos pela corrosão química

Várias são as empresas que sofrem a ação da corrosão química, entre elas citamos as papeleiras, prestadoras de serviço terceirizado de tratamento de resíduos e efluentes industriais, além das indústrias químicas e de beneficiamento têxtil, entre outras.

E isso acontece porque essas empresas geralmente passam por etapas de processo químico na sua linha de produção e, por isso, sofrem a ameaça da corrosão em seus patrimônios, desde as estruturas aos demais equipamentos.

É necessário combater a corrosão

Tanto para economizar como para investir na segurança, as empresas estão se preocupando sobre o fator corrosão e buscando soluções para tratar ou prevenir esse mal.

E, com a tecnologia hoje existem produtos no mercado que contribuem para que as empresas consigam sanar o problema, principalmente por meio dos revestimentos anticorrosivos.

Produtos de alta qualidade que agem como revestimentos evitando o contato da estrutura com qualquer agente danoso que possa vir a causar a corrosão.

Com este tipo de revestimento, as empresas têm a certeza de que terão um aumento considerável da vida útil de seus equipamentos e estruturas e não haverá a necessidade constante de reparos e manutenções.

O uso dos anticorrosivos

Como já dissemos, hoje existem alternativas muito eficazes para o combate à corrosão e entre elas está a aplicação do revestimento com PU Vegetal ou Fibra de Vidro.

Esse revestimento tem a função de proteger a parte vulnerável da sua empresa.

O tratamento e os revestimentos anticorrosivos podem ser aplicados em pisos industriais e diversas estruturas que ficam em contato com produtos químicos do tipo ácido clorídrico, ácido sulfúrico 98%, ácido fluorsilícico, cloreto férrico, cloreto zinco, cloreto cobre, cloreto ferroso, policloreto de alumínio, cloreto de sódio e hipoclorito de sódio.

Esses produtos são fabricados para não causar impacto ambiental, além de proporcionar a impermeabilidade e aderência onde for aplicado.

A FIBERTIM Soluções oferece a aplicação dessa resina para impedir a corrosão da sua obra, seja ela de cimento, plástico, metal ou até mesmo nos pisos.

Entre em contato para saber como você pode impedir a corrosão de forma efetiva!

Fontes:
Brasil Escola
Imperveg Poliuretano Vegetal
Diário do Comércio

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A FIBERTIM está localizada em Timbó e tem como objetivo a prestação de serviços com qualidade.

Especializada na aplicação de revestimentos anticorrosivos e na fabricação de produtos em plásticos de engenharia.

O diferencial da FIBERTIM está em sempre buscar a inovação, qualidade e satisfação do cliente, investindo em novas tecnologias e no aperfeiçoamento da sua mão-de-obra.

Oferece e comercializa seus produtos para todas as regiões no Brasil!

Conheça neste link todas as informações de contato da FIBERTIM Soluções, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete Lopes

Cisternas: Da falta de água à redução de alagamentos – Casa da Cisterna

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Uma das formas mais eficientes de se preservar a água potável para o consumo é aproveitar a água da chuva, que pode ser utilizada em inúmeras atividades, como: limpeza de áreas externas e veículos, regar plantas, descargas sanitárias, piscinas, para lavar roupas, etc.

Esse aproveitamento é feito com o uso de Cisternas, que são recipientes próprios para armazenar a água e mantê-la em condições de uso.

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Armazenar a água da chuva é uma atitude ainda mais urgente em locais onde há frequência de falta de água tratada, fornecida pela rede de abastecimento. Isso porque usar água da chuva diminui o uso dessa água tratada, evitando assim que acabe faltando.

 

Redução de enchentes

O que pouco se sabe é que, além de a água da chuva poder ser aproveitada em diversas atividades, seu armazenamento ajuda também na diminuição de enchentes nas cidades.

As enchentes ocorrem por diversos fatores: rios próximos, quantidade de chuva, excesso de lixo nas redes de escoamento de água, e a impermeabilização do solo. É nesse último fator que o uso de Cisternas entra como benefício.

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As construções de concreto, asfaltos, prédios, etc., impedem que a água da chuva encontre o solo e seja absorvida pela terra, ficando assim acumulada na superfície. Dependendo da quantidade de chuva, os escoadores (chamados de bocas de lobo) não são suficientes para reter toda essa água, principalmente se estiverem cheios de lixo, o que é comum nas áreas urbanas.

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No entanto, se cada residência, prédio e demais edificações tivessem um sistema de armazenamento para a chuva, a quantidade de água depositada nesse chão impermeabilizado seria drasticamente reduzida, prevenindo assim a ocorrência de grande parte dos alagamentos e grandes poças. Outra vantagem é que, depois, essa água armazenada pode ainda ser aproveitada, poupando a água potável e trazendo economia na conta de água de cada um.

Bem se vê que as vantagens em se aproveitar a água da chuva são muitas!

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Fluido refrigerante: Por que é necessária a sua reciclagem? – Refriville

Fonte: Blog Seu Paschoal

Apesar de poucas pessoas conhecerem, o fluido refrigerante tem uma grande importância no nosso dia a dia, pois o mesmo está presente em todos os sistemas de climatização e refrigeração dos ambientes.

Mas, infelizmente, o fluido refrigerante tem um grande impacto ambiental caso não seja descartado corretamente, além também de colocar a saúde dos que o manuseiam em risco.

E, hoje já existem meios de recolher esse gás de forma correta e também de reciclá-lo.

Se você quer saber mais sobre o fluido refrigerante, sua função e como você pode reutilizá-lo, continue lendo!

 

O que é fluido refrigerante?

Fluido refrigerante é um produto químico responsável pelas mudanças térmicas nos sistemas de climatização e de refrigeração dos ambientes.

O gás refrigerante, como também é chamado, tem a propriedade de passar do estado gasoso para o líquido.

Esse processo faz com ele absorva o calor e consequentemente resfrie o ambiente.

Consequentemente, ele evapora ao absorver o calor e se liquefaz quando começa esfriar, o que lhe fez ficar conhecido como gás ou fluido refrigerante.

 

Qual a função do fluido refrigerante?

Os fluidos refrigerantes são os responsáveis por absorver todo o calor do ambiente e o conduz por meio do sistema de instalação até chegar nas saídas de ar da unidade externa, também chamada de condensadora.

Em resumo, são eles os responsáveis por todo o funcionamento de um sistema de refrigeração.

 

Qual a composição do fluido refrigerante?

Quanto à composição o fluido refrigerante é classificado em:

  • Os refrigerantes halogenados: amônia, dióxido de enxofre, dióxido de carbono;
  • Hidrocarbonetos não halogenados (metano e outros).

 

O gás refrigerante é nocivo para a saúde e para o meio ambiente

Alguns desses gases refrigerantes, como a amônia e o dióxido de enxofre, são muito tóxicos, e podem causar sérios danos à saúde do profissional que está exposto e vulnerável.

Pesquisas mostram que esses mesmos gases são altamente poluentes e afetam de forma significativa a camada de ozônio.

Preocupados com os efeitos que esses gases causam, autoridades internacionais uniram-se para entrar em acordo, e juntos buscarem soluções para estudar e cuidar da camada de ozônio.

 

O Protocolo de Montreal

Autoridades internacionais, preocupadas em proteger a camada de ozônio do planeta, firmaram em 1987 o Protocolo de Montreal.

Vale a pena abrir um parêntese para informar que a camada de ozônio exerce o papel de proteger a Terra dos raios ultravioleta que são nocivos ao meio ambiente e para o homem.

Fonte: Infoescola

Esse Protocolo se baseia em campanhas para reduzir a produção e principalmente o consumo de substâncias consideradas prejudiciais e responsáveis pelo desgaste da camada de ozônio.

Atualmente, quase duzentos países participam do acordo, não só fazendo campanhas para reduzir o consumo de produtos prejudiciais, mas implantando em seus territórios medidas voltadas para eliminar de forma significativa o consumo de gases nocivos à camada de ozônio.

Em 2015 a revista científica britânica Nature divulgou um estudo afirmando que, graças ao Protocolo de Montreal, a camada de ozônio diminuiu menos do que se esperava. Isso quer dizer que o combate às substâncias que a destroem está funcionando.

Mas, ainda temos muito a ser feito, principalmente quando se trata de fluido refrigerante.

 

Adoção de medidas de segurança

Em 1990, o Brasil aderiu ao Protocolo e comprometeu-se a estudar e proteger a camada de ozônio em solo brasileiro.

E na época foi instituído o PNC – Plano Nacional de Eliminação de CFCs, os gases considerados nocivos à camada de ozônio.

Esses gases passaram por uma melhoria e se tornaram 90 menos agressivos ao meio ambiente e passaram a serem chamados de Hidroclorofluorcarbonos, ou os HCFCs.

 

A camada de ozônio

Em 2007 o Protocolo de Montreal começou a se concentrar em um outro problema: o aquecimento global, pois descobriu-se que os HCFs agravavam de maneira significativa o efeito estufa.

Traçado então o objetivo de até 2040 fazer com que os hidroclorofluorcarbonos sejam extintos.

E para isso foi criado o PBH – Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs, que visa a eliminação gradativa dos HFCs.

 

Sobre os HCFCs

Os HCFCs são gases de extremo impacto ao meio ambiente, isso quer dizer que, são altamente prejudiciais quando liberados diretamente no ar.

Hoje os HCFCs são os gases mais comuns utilizados no setor de refrigeração e estima-se que uma boa parte deles é liberada por meio de vazamentos nos sistemas de climatização e refrigeração.

Somente no Brasil consomem-se 1,3 mil toneladas de HCFCs por ano. Desses 44,7% têm relação com a manutenção de equipamentos de ar condicionado e 51,5% com equipamentos de refrigeração.

E, como solução do problema, uma das orientações do PBH é que se criem os centros de regeneração.

 

O que são os centros de regeneração?

Os centros de regeneração nada mais são que postos de coleta desses gases que serão encaminhados para outro posto, regional, onde serão tratados para possível venda.

Esses centros estão autorizados e aptos a tratar os gases R-12, R-22, R-134a, mistura (blends) de CFCs e HCFCs, desde que cumpram com as normativas do PNC.

Fonte: Ecosave

 

Quem pode ter um centro de regeneração?

Toda empresa que tiver interesse em se tornar um ponto de recolhimentos desses gases, pode fazê-lo, desde que:

  • Atendam as normas do PNC;
  • Solicitem o equipamento junto ao Ministério do Meio Ambiente;
  • Tenham licença ambiental.

 

Como funciona o recolhimento do fluido refrigerante?

O recolhimento do material é feito por meio de máquina solicitada, como dissemos ao MMA, armazenado em bolsas recolhedoras e encaminhado para reciclagem.

 

Sobre a reciclagem

Uma vez recolhido e armazenado adequadamente, o gás refrigerante deve ser encaminhado para o Centro Regional de Regeneração, conforme já falamos.

Lá serão retiradas todas as impurezas dele, como partículas, óleo, umidade e até mesmo outros gases não condensáveis, tudo isso em equipamento especial e capacitado para a função.

 

Reutilização do fluido refrigerante

Depois de todo o processo de regeneração o gás pode ser reutilizado, mas antes é preciso passar por testes de laboratório e só será aprovado se atingir 99,8% de pureza.

Atingido o nível ele poderá ser vendido e usado em consertos e manutenção de outros equipamentos que usam o gás, chegando a custar 40% mais barato.

Portanto, a manutenção do sistema de refrigeração e a correta retirada dos gases fluorescentes é fator determinante para a preservação do meio ambiente e para a saúde dos envolvidos.

Agora que você conhece mais detalhado sobre o fluido refrigerante e suas consequências, contate a Refriville Refrigeração e Climatização, empresa que está engajada no processo de reciclagem do material e faz todo esse processo de reciclagem de forma correta.

Fontes:
G1
Infoescola
Exame Abril

A Refriville Refrigeração e Climatização está sediada na cidade de Joinville e atua no mercado desde 2015.

Sua especialização é voltada para as áreas de ventilação, ar condicionado e refrigeração, atendendo de forma altamente qualificada e inovadora.

Além de atender de forma especializada a necessidade do cliente, preza por cumprir o prazo de entrega e atende o orienta o cliente dentro das normativas e regulamentações nacional.

Conheça neste link todas as informações para contato da Refriville Refrigeração e Climatização, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete das Neves

Energia solar: como surgiu e quais as vantagens? – ERZEG

Fonte: ERZEG

 

O uso de energia solar na produção de energia está cada vez mais popular.

Parte disso se deve a diminuição do custo das placas solares, mas também há o fator conscientização.

A energia solar é o tipo de energia limpa mais utilizada no mundo, tanto por sua instalação ser mais barata quanto por ser uma boa fonte de energia.

O post de hoje vai falar um pouco mais sobre a energia solar, sua origem e quais vantagens para o seu bolso e para o meio ambiente, continue lendo!

 

A origem da energia solar

O Sol tem sido usado como fonte de energia há muito tempo.

Os povos antigos costumavam utilizar o Sol como fonte de aquecimento. Durante o Império Romano, foram construídos vidros para manter o calor do Sol nas residências.

Também não podemos deixar de citar De Saussure, que desenvolveu o primeiro coletor solar, e Mouchout que foi o primeiro a transformar energia solar em energia mecânica.

Mas o uso da energia solar da forma que conhecemos agora, por meio de células fotovoltaicas, só começou a ser desenvolvida em 1838, quando o efeito fotovoltaico foi descoberto.

O efeito fotovoltaico, basicamente, consiste na criação de uma tensão ou corrente elétrica em objetos que foram expostos à luz.

Foi em 1877 que Grylls criou a primeira célula fotovoltaica, feita de selênio.

Infelizmente, esse tipo de tecnologia só chegou ao mercado em 1956, mas ainda tinha um custo muito elevado. Em 1970, o custo das placas começou a cair, o que veio em bom momento, já que o petróleo e o gás natural estavam com preços altíssimos.

Dessa forma, em 1970 as placas fotovoltaicas começam a serem utilizadas como fonte de energia solar.

Já quando falamos em energia solar no Brasil, apenas agora que está começando sua popularização.

Em 2016, houve um aumento de 407% em relação ao ano anterior. Grande parte desse aumento se deve ao fato de haver uma diminuição de 50% no custo de instalação.

O cenário é favorável: estima-se que até 2040, a energia solar e eólica vão representar até 40% da produção de energia nacional, superando até a hidrelétrica.

Fonte: ERZEG

 

Placas solares e o meio ambiente

Os dados realmente são chocantes, já que se estima uma substituição da energia hidrelétrica por energias completamente limpas.

Ou seja, poderá haver a substituição de uma forma de energia que é suja e causa grandes impactos ambientais, por energia completamente limpa.

Apesar de não se falar muito sobre isso, o uso de energias limpas está se tornando uma tendência, sustentado pelo efeito estufa e a diminuição do impacto ambiental ao redor de hidrelétricas e termelétricas.

Muitas pessoas não sabem, mas a construção de hidrelétricas tem um grande abalo na fauna e flora local, podendo até mesmo extinguir certas espécies.

E, com essa extinção, o equilíbrio da natureza se quebra, causando várias consequências, como a proliferação de certas espécies pela falta de um predador natural.

Além disso, ainda há o alagamento de área e queda da reprodução dos peixes.

E quando falamos sobre termelétricas, segunda fonte de energia do Brasil, o impacto ambiental é ainda maior, já que envolve rios e produção de gases.

Dessa forma, o uso de energias limpas se torna essencial e urgente para o meio ambiente.

Fonte: ERZEG

 

Placas solares ajudam a reduzir o custo da energia elétrica

Não pense que a energia solar apenas é benéfica para o meio ambiente. Também é para você e suas economias.

No estado do Sergipe, na região da grande Aracaju, um comerciante chegou a reduzir suas contas de energia elétrica em até 98,5% após a instalação de placas de energia solar.

A conta, que costumava ser de R$ 1.120,24, passou a ser R$ 17,30.

É uma redução de custo impressionante, e em um curto período de tempo a instalação dos painéis solares estará pago com a diferença da conta de luz.

Ou seja, além de ser uma ótima forma de produção de energia, ainda gera uma alta diminuição nos custos com a energia elétrica.

Se você está interessado na instalação de placas de energia solar, não deixe de conferir a Calculadora Fotovoltaica, produzida pela WWF e pelo Banco do Brasil.

Ela permite que você calcule quantas placas são necessárias, qual área utilizada para a instalação e até mesmo qual será a economia na sua conta de energia elétrica.

Agora que você já sabe as vantagens e os benefícios em utilizar a energia solar, entre em contato com a ERZEG, como fez a empresa NSB3, responsável pela Rede de Postos Mirian.

Situada na cidade de Matupá, em Mato Grosso, a Rede de Postos Mirian criou um complexo que é o maior posto de combustível da região norte, contando com shopping, borracharia, restaurantes, escritórios e até mesmo consultórios médicos e odontológicos.

A ERZEG teve grande participação nesse projeto, fazendo o fornecimento de gerador fotovoltaico 100KW, um grande projeto que teve impacto significativo para o posto.

Fonte:
Jornal da USP
Energia Solar
Estadão
Epóca Negócios
G1

A ERZEG está há quase três décadas atuando no mercado de geração de energia tendo como missão desenvolver soluções inovadoras e competitivas para a geração e controle de energia.

Situada na cidade de Schroeder, no Estado de Santa Catarina, a empresa possui soluções completas em automação, proteção, controle e sistema de gerenciamento.

Sendo que as soluções da ERZEG podem ser usadas em diversos mercados, entre eles destacamos:

  • Usinas Hidrelétricas;
  • Usinas de Açúcar e Álcool;
  • Usinas de Biomassa;
  • Energia Solar;
  • Modernização (Retrofit);
  • Sistema de Medição e Faturamento (SMF);
  • Subestação;
  • Indústrias (Automação e CCMs);
  • Aeronáutica (Conversor Estático).

O sistema de gestão de qualidade da ERZEG é certificado e segue os requisitos da norma NBR ISO 9001, sendo auditado e reconhecido pela BRTÜV.

Já atendeu empresas como Cemig, Vale, Urbano Agroindustrial, Caruá Energia e MVS Têxtil.

Conheça neste link todas as informações de contato da ERZEG, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Sarah das Neves

Nova Cisterna Modular Aparente 750 L – Casa da Cisterna

A Cisterna Vertical Modular 750L é mais um modelo de reservatório para a captação e armazenamento de Água da Chuva. A água, depois de armazenada, pode ser utilizada em diversas atividades, como a limpeza de calçadas, carros, irrigação e até nas descargas sanitárias, dentre outras.

Modelo Compacto e de Fácil de Instalação

Ao contrário das cisternas subterrâneas, que precisam ser enterradas, a Linha de Cisternas Aparente tem um design inovador e compacto, que permite armazenar grandes volumes de água e, ao mesmo tempo, é facilmente ajustável aos espaços e às construções. Outra vantagem é a fácil instalação, já que não precisam ser enterradas.

Outras características

  • Proteção UV (ultravioleta) e antimicrobiana, que impede a entrada e proliferação de fungos, bactérias e insetos no interior da Cisterna;
  • A Cisterna possui material de longa duração;
  • São diversas cores à disposição;
  • O reservatório é 100% reciclável, e contribui para a preservação de água potável;
  • Contribui para a economia na conta de água, com redução de até 50%;
  • Dimensões, Peso e Capacidade:

850 L x 850 P x 2200 A mm – 23 kg (sem filtro).
980 L x 850 P x 2400 A mm – 25 kg (com filtro).
750 Litros (capacidade).

Conheça neste link todas as informações de contato da Casa da Cisterna, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Você sabia que o prazo para inscrição no CAR foi prorrogado? – Quarteto Engenharia

ebgesc

A conservação das florestas e outros tipos de vegetação nativa é fundamental para a proteção da fauna e da flora originais de cada região.

Com o objetivo de solucionar as falhas de monitoramento da aplicação do Código Florestal de 1965, que assegura a proteção dessas áreas de interesse ecológico, surge um instrumento criado pela Lei 12.651/12 – o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Toda propriedade situada em área rural precisa ser cadastrada no CAR e o prazo para a inscrição foi prorrogado, para dezembro de 2018.

Leia nosso post e saiba mais sobre o CAR e porque você deve se inscrever.

A preservação ambiental

O Governo Federal criou normas que visam constituir uma base de dados estratégica para o controle, o monitoramento e o combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil.

A legislação brasileira contempla, dentre os principais instrumentos para assegurar essa conservação, a Área de Preservação Permanente (APP) e a Reserva Legal (RL).

Essas áreas garantem a continuidade de serviços ambientais, tais como:

  • Atenuação da erosão de terrenos declivosos;
  • Evitam o assoreamento dos rios;
  • Servem para conectar áreas;
  • Proporcionar a diversidade animal e vegetal.

Também funcionam como bancos de sementes de vegetação primária, refúgio para espécies migratórias, entre outros, e, portanto, devem ser preservadas.

Para assegurar a preservação o Governo criou então o Cadastro Ambiental Rural, CAR.

O que é o CAR?

O CAR – Cadastro Ambiental Rural, é um registro público eletrônico de âmbito nacional e obrigatório para todos os imóveis rurais.

Consiste no principal instrumento para levantar informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL).

Qual o objetivo do CAR?

O Cadastro Ambiental Rural tem como objetivo auxiliar no processo de regularização ambiental das propriedades e posses rurais.

A finalidade do cadastro é integrar as informações ambientais dos imóveis rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e também combate ao desmatamento.

Por que é necessário fazer a inscrição no CAR?

Para as terras privadas, a inscrição no CAR tem o objetivo de determinar as áreas de proteção e a reserva legal.

Também visa estabelecer os montantes e a possibilidade de desmatamento para fins de produção, chamado de uso alternativo.

Isto é, a lógica do CAR é saber o que deve ser preservado e o que pode ser utilizado nas áreas privadas.

Adesão ao PRA

A propriedade inscrita no CAR que descumprir a preservação ambiental tem a oportunidade de adesão ao PRA – Programa de Regularização Ambiental.

Com as novas regras da regularização ambiental estabelecidas pelo Decreto 7.830/12, que institui normas de caráter geral aos Programas de Regularização Ambiental, o proprietário rural fica isento do registro da Reserva Legal em cartório, após a adesão ao CAR.

De Acordo com Governo Federal, até 30 de junho de 2018 já foram cadastrados 5,2 milhões de imóveis rurais, totalizando uma área de 455.469.947 hectares inseridos na base de dados do sistema.

Agora que você entendeu melhor o que é o CAR e está consciente da necessidade da inscrição no cadastro e do prazo para fazê-la, mas ainda está em dúvida de como fazer, entre em contato com a Quarteto Engenharia, nós podemos ajudar.

Fontes:
Ministério do Meio Ambiente
Souza Filho, C. F. et al. 2015. Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Povos Tradicionais. R. Fac. Dir. UFG, v. 39, n.1, p. 77 – 91, jan. / jun. 2015.

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A Quarteto Engenharia está localizada na cidade de Joinville e é especializada em engenharia ambiental e elétrica.

Na área da engenharia ambiental, oferece serviços na área de:

  • Licenciamento Ambiental;
  • Estudos e Laudos;
  • Gestão Ambiental;
  • Consultoria;
  • Gerenciamento de Resíduos;
  • EIV;
  • Qualidade da Água e Solo;
  • Reuso de Água;
  • Educação Ambiental e Perícias Ambientais.

Engenharia Elétrica:

  • Projeto Elétricos em Baixa e Média Tensão;
  • Subestação.

Conheça neste link todas as informações de contato da Quarteto Engenharia, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Pavão & Associados: Rios canalizados e a legislação ambiental

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Tema controverso e talvez um dos que mais vem sendo enfrentados no Judiciário é a exigência de recuo de “30 a 500 metros das margens de cursos d´água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda do leito regular”, ou seja, as áreas não edificáveis marginais a rios e cursos d´água vêm sendo reguladas pelo Código Florestal.

É compreensível que os órgãos ambientais adotem interpretação mais restritiva, com receio de o corpo técnico vir também a ser responsabilizado pela liberação de edificações nas margens de rios e corpos d´água. A bem da verdade, impera no Direito Ambiental a máxima que “na dúvida se aplica a lei mais restritiva”, devendo isso mais á observância do princípio da precaução, do que por norma expressa assim o determinando.

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Contudo, o Código Florestal não tratou especificamente de recuos a serem observados nas margens de rios canalizados. Nesse espectro de normas que regulamentam essas áreas, em Santa Catarina, o Código Estadual do Meio Ambiente referiu-se à matéria, fazendo-o especificamente e de acordo com o limite autorizado pela Constituição Federal, em seu artigo 24, inciso VI, que trata da competência concorrente estre União, Estados e Distrito Federal para legislar sobre  florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e poluição.

Assim, a lei estadual acrescentou um elemento específico à norma geral, em seu art. 119-C, IV, estabelecendo que não seriam consideradas áreas de preservação permanente  “as faixas marginais de cursos d’água não naturais, devido à realização de atividades de canalização, tubulação ou incorporação de cursos d’água a sistemas produtivos ou de drenagem urbana ou rural’

Pelo que dispõe o Código Estadual, se o rio estiver canalizado não se exigiria a observância de recuos non aedificandi a partir das suas margens. O Tribunal de Justiça catarinense já teve oportunidade de manifestar-se e entendeu pela não aplicação do Código Florestal quando o curso natural de rios já tiver sofrido alterações e canalização em diversos trechos, situação que seria irreversível e que não caracterizaria dano ambiental edificar-se nessas áreas, já sem mata ciliar, inclusive pelo ambiente urbano consolidado.

Os empreendedores, porém, devem continuar enfrentando dificuldades para essa interpretação na fase administrativa de liberação de licenças e alvarás. Se a documentação técnica dos projetos não for suficiente, perícias deverão ser conduzidas por profissionais legalmente habilitados, a fim de demonstrar a situação fática descrita na lei estadual, em sede judicial.

ebgescRoberta Noroschny
OAB/SC 14.706-b
Advogada especialista em direito empresarial e ambiental.