Facilidades com estruturas armadas e soldadas, e estacas de ferro – Ilhafer

Facilidades com estruturas armadas e soldadas, e estacas de ferro - Ilhafer

Fonte: Pixabay

Toda obra deveria ter por objetivo alguns pontos que às vezes passam despercebidos: evitar o desperdício de material, prevenir o desperdício de tempo, otimização de processos, qualidade e padronização são alguns deles que merecem toda a atenção.

Estes pontos se bem percebidos e trabalhados resultam na diminuição dos custos, envolvendo material e mão de obra.

Neste artigo, vamos apresentar as soluções de estrutura armadas e soldadas e também as estacas de ferro. Continue lendo, conheça mais a respeito e saiba como elas podem ajudar em todos os pontos citados acima!

Estrutura armadas e soldadas

Uma obra possui tantos detalhes e tantos fatores, que podem colocar em risco a qualidade e o prazo de entrega, que vale a pena conhecer e estudar com dedicação algumas possibilidades que resolvem estas questões.

Quanto mais simples, mais seguro e descomplicado, melhor!

As estruturas armadas e soldadas são exemplos de soluções que facilitam e simplificam as ações dentro do canteiro de obras.

Um dos principais pontos verificados com a utilização destas estruturas é a eliminação do desperdício de material, uma vez que tudo vem pronto, inclusive etiquetado, facilitando o trabalho do pessoal que irá fazer a separação dos materiais.

O desperdício é o grande mal da construção civil

Estudos indicam que no Brasil, em obras bem estruturadas, entre 3% e 8% do material utilizado é desperdiçado.

Este número foi a conclusão de uma pesquisa realizada por 15 universidades brasileiras, estruturada pelo SENAI/Nordeste e com o apoio do ITQC – Instituto Brasileiro de Tecnologia e Qualidade na Construção.

Mas, como a imensa maioria das obras não possuem um índice de perdas e não existam estudos acadêmicos a este respeito, imagina-se que este número é bem maior.

O desperdício de material vem acompanhado com o desperdício de mão de obra, ou seja, trabalhos que precisam ser refeitos, material que precisa ser descartado,e, para tudo isto, faz-se necessário o trabalho dos profissionais envolvidos.

Facilidades com estruturas armadas e soldadas, e estacas de ferro - Ilhafer

Fonte: Fórum da Construção

A certeza da quantidade certa na hora e local apropriados

A aquisição das estruturas armadas e soldadas permitem que você elimine completamente o desperdício, recebendo o que precisa no tempo correto.

Isto, sem dúvida, é um diferencial no processo da construção, pois otimiza e padroniza esta etapa na obra.

Por meio de sistemas informatizados, é possível importar os dados de um arquivo e emitir automaticamente as etiquetas dos produtos a serem utilizados, bem como um relatório com todas as peças que farão parte da estrutura.

É a tecnologia colaborando para a qualidade da engenharia civil.

Estacas Hélice Contínua

A tecnologia também vem colaborar com as perfurações na execução e elementos do processo de fundação.

Monitoradas por equipamentos eletrônicos, as estacas hélice contínua apresentam grande velocidade na execução das perfurações e não causam vibrações, evitando problemas com a vizinhança.

Esta tecnologia diferente de outras possibilidades existentes, apresenta as seguintes vantagens:

  • Alta produtividade;
  • Alta capacidade de carga das estacas;
  • Não geram vibrações;
  • Monitorada eletronicamente em todo o processo;
  • Podem ser utilizadas em profundidades de aproximadamente 40 metros;
  • Podem ser executadas acima e abaixo do lençol freático;
  • Penetração em camadas resistentes do solo;
  • Não entorta e não quebra.

Facilidades com estruturas armadas e soldadas, e estacas de ferro - Ilhafer

Fonte: Escola Engenharia

Qualidade e profissionalismo

Diferenciais para a obra são importantes para a redução dos custos e aumento da produtividade.

É fundamental buscar as melhores alternativas e as melhores empresas que podem colaborar efetivamente nas soluções do canteiro de obras.

A Ilhafer é a melhor solução para quem constrói na região da Grande Florianópolis, oferecendo soluções para estruturas armadas e soldados e ofertando estacas de hélice contínua para sua obra.

Fontes:
IBDA – Instituto Brasileiro do Desenvolvimento da Arquitetura
ITQC – Instituto Brasileiro de Tecnologia e Qualidade na Construção
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

Facilidades com estruturas armadas e soldadas, e estacas de ferro - Ilhafer

A Ilhafer está localizada estrategicamente no sul da Ilha de Santa Catarina, atendendo a toda a Grande Florianópolis, com precisão e pontualidade.

Além das estruturas armadas e soldadas e das estacas de ferro, a Ilhafer oferece inúmeras soluções desde 2003, ano em que foi criada.

Equipe qualificada, preços justos e capacidade técnica, além de uma excelente estrutura de logística, transformaram a Ilhafer num modelo reconhecido pelo mercado da Grande Florianópolis.

Conheça neste link todas as informações de contato da Ilhafer, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA SC.

Matéria escrita por Marlete Lopes.

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? – TupiGuarani

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Durante a realização de um Projeto de Construção Civil, é necessária a análise de diversos fatores. Na parte Estrutural do projeto, surgem muitas dúvidas, principalmente na escolha dos materiais que serão utilizados. As opções mais populares, neste caso, são o bloco cerâmico e o bloco de concreto. Para saber qual é o ideal para você, continue lendo.

Os fatores que devem ser levados em conta são a resistência, a segurança e a durabilidade. Nas estruturas, a preferência é pelos materiais de maior resistência, que exigem menores esforços e gastos de manutenção.

Cada material tem um ciclo de vida diferente, com prazos específicos para sua aplicação. Materiais como cimento, concreto e areia, geralmente, são comprados antes do início da obra. Isso evita a queda de eficiência, principalmente devido ao empedramento.

O bloco para alvenaria estrutural é outro elemento importantíssimo, pois, ele define a resistência da estrutura e a coordenação modular dos projetos. Como já foi dito, na construção civil, o bloco de concreto e o bloco cerâmico são os mais utilizados.

Os modelos de blocos variam em tamanho, disposição dos furos e textura, além das propriedades físicas e mecânicas. E para avaliar os aspectos ambientais e os potenciais impactos associados ao ciclo de vida desses materiais, é realizada Avaliação do Ciclo de Vida (ACV).

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Importância da Avaliação do Ciclo de Vida em seu projeto

A ACV avalia produtos, processos ou serviços desde a extração de matérias-primas, passando pelas etapas de transporte, produção, distribuição e utilização até seu descarte final.

Além disso, a Avaliação do Ciclo de Vida também ajuda na identificação de possíveis melhorias ao longo do ciclo de vida do produto e no fornecimento de dados ambientais complementares e informações úteis para as tomadas de decisão.

O setor de cerâmica vermelha foi o primeiro, em toda a cadeia da construção civil brasileira, a se dedicar ao estudo completo do impacto ambiental do ciclo de vida de seus produtos e a publicá-lo.

Sendo que a canadense Quantis foi a escolhida para desenvolver o estudo. Através dos métodos utilizados, foi possível reafirmar as principais vantagens destes produtos naturais e identificar aspectos que podem evoluir na sua produção.

Para ajudar o consumidor a escolher o produto que menos agride o meio ambiente, foi realizada a ACV dos produtos cerâmicos em comparação aos equivalentes de concreto. Confira os resultados desse estudo a seguir.

Resultados da ACV dos Blocos Estruturais

Segundo os estudos realizados pela Quantis, as paredes que utilizam o bloco cerâmico têm menos impacto nas Mudanças Climáticas do que seus equivalentes de concreto. Veja o por quê.

A emissão de gases de efeito estufa de 1m² parede de blocos cerâmicos é de aproximadamente 50% do m² em bloco de concreto e cerca de 34% de 1m² de parede de concreto moldado in loco.

Isso acontece, principalmente pelo fato de que o bloco cerâmico utiliza, em sua fabricação, fontes de energia renovável, como cavaco de madeira e biomassas descartadas pelas indústrias, ajudando a limpar o meio ambiente, com a redução das emissões de metano.

As paredes de blocos cerâmicos impactam menos nos esgotamento de recursos naturais não renováveis. Elas consomem 43% menos destes recursos que uma parede de bloco de concreto e por volta de 63% menos do que é consumido por uma parede de concreto armado moldado in loco.

Outro dado importante fornecido por este estudo é de que 1m² de parede feita de blocos cerâmicos necessita de 24% menos água que 1m² de parede de blocos de concreto e 7% menos do que a parede de concreto moldado in loco. No caso da parede cerâmica, o consumo de água deve-se sobretudo à utilização da argamassa e não ao blocos.

Podemos concluir, definitivamente, que o bloco cerâmico é a melhor opção em um Projeto de Construção Civil. Sabendo disso, a TupiGuarani, empresa que está há 50 anos no mercado, vem se especializando em produzir blocos cerâmicos de qualidade, com baixo custo e satisfação para os clientes.

Fontes:
Anicer

Mapa da Obra
Atex Brasil

 

Bloco Cerâmico ou de Concreto, qual é a melhor opção? - TupiGuarani

Contando com uma equipe de 120 colaboradores, a empresa vem crescendo e ampliando o seu mercado no sul do Brasil, fruto de muito trabalho, dedicação e compromisso, além da confiança depositada pelos seus clientes.

Com duas unidades fabris e um centro de distribuição no oeste catarinense, a empresa atende toda a região sul do Brasil, com uma produção de mais de 6 milhões de peças por mês, possuindo processos com tecnologia de ponta e uma equipe de engenheiros e técnicos qualificados.

Conheça neste link todas as informações de contato da TupiGuarani, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Felipe Nascimento

A importância da LINHA DE VIDA – SACARBI M&G

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

Quando se executa qualquer tipo de trabalho em altura, seja em telhados, plataformas ou coberturas, o risco de queda do operador é eminente e imprevisível. Dispondo sua atenção na atividade em andamento, o operador estará sujeito a uma série de fatores de risco, como as condições climáticas e a integridade do local onde ocorrerá a atividade.

Qualquer deslize cometido poderá resultar na queda do operador e sua projeção ao solo, resultando algumas vezes, em acidentes fatais. Não fosse pelas salvadoras LINHAS DE VIDA.

Elas são responsáveis pela saúde e segurança dos bravos que executam trabalhos em altura, e sua correta utilização deve ser complementada com treinamentos e capacitações que habilitem e qualifiquem o operador. Dispositivos de proteção contra quedas, como as LINHAS DE VIDA, são legalmente previstos nas Normas Regulamentadoras NR nº 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) e NR nº 35 (Trabalho em Altura).

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

Conheça agora algumas das soluções desenvolvidas pela Sacarbi Manutenção & Gestão, como forma de suprir a demanda por segurança em trabalhos em altura de seus clientes, e a conscientização do cumprimento das normas que regulamentam essa categoria de atividades.

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

De acordo com o item 1.2 da NR nº 35, “Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda”. Aqui se aplica a famosa sentença “males que vêm para o bem”, onde as atividades dos operadores ocorrem em slow motion e os técnicos de segurança ficam de cabelo em pé, tamanha a gama de responsabilidades, documentos e equipamentos de proteção que englobam as atividades, como EPI´s (equipamento de proteção individuais) e EPC´s (equipamentos de proteção coletiva). Porém, são garantias necessárias para que todos cumpram seu dever, de exercer a profissão e retornar ao lar e a família sãos e salvos.

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

No Brasil, o setor da construção civil é o recordista em número de acidentes de trabalho envolvendo queda de altura. O Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), revelou que, somente no ano de 2017 foram registrados em torno de 350mil acidentes de trabalho no setor da construção civil, dos quais, 35mil envolvendo queda de altura.

O elevado índice se deve em parte pela informalidade do trabalho e por negligência das pessoas que o executam, usualmente com o pensamento de que nunca irá lhes ocorrer tal tragédia, quando na verdade, todos estão sujeitos aos fatores de risco que englobam as atividades do trabalho em altura.

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

As LINHAS DE VIDA são equipamentos instalados em coberturas, plataformas e telhados; em prédios, galpões ou estruturas, onde há a necessidade de se executar trabalhos em altura, de maneira segura e consciente. Usualmente são constituídas de cabos de aço, cordas ou fitas, fixos em pontos estruturais, onde o operador estará “clipado” com auxílio de cinto de segurança tipo paraquedista e talabarte. No momento da queda, o conjunto do cinto e talabarte, preso à LINHA DE VIDA, impede que o operador sofra livre queda em direção ao solo, mantendo-o suspenso em distância segura até o momento do resgate pela brigada de socorro.

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

Não se pode desconsiderar que telhados e coberturas são estruturas geralmente leves e não foram concebidas para execução de trabalhos em altura, sendo que em alguns casos, se utilizam juntamente com as linhas de vida, pranchões de madeira para que os operadores possam circular sobre as telhas.

LINHAS DE VIDA PARA TELHADOS podem ser instaladas de duas formas distintas. A primeira delas ocorre com auxílio de colunas ou pontaletes metálicos, fixos ou ancorados à estrutura da cobertura, e que recebem os cabos de aço ou fitas que compõe a LINHA DE VIDA que sustentará o operador no caso de uma eminente queda.

Já nas coberturas que contam com telhas do modelo zipadas, a instalação das LINHAS DE VIDA ocorre através da fixação do dispositivo metálico aranhas de ancoragem, cuja disposição não necessita que se perfure as telhas da cobertura e, como nos pontaletes, recebem os cabos de aço ou fitas que compõe o sistema de segurança.

A NBR 16325 (Proteção contra quedas de altura – Parte 1: Dispositivos de ancoragem tipos A, B e D) e a NBR 14626 (Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Trava-queda deslizante guiado em linha flexível) emitidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), definem os equipamentos, suas características técnicas e como devem ser instalados para a perfeita segurança do trabalhador.

O recado de conscientização da SACARBI MANUTENÇÃO & GESTÃO, é de que dispositivos de segurança contra quedas de altura literalmente salvam vidas, e não devem jamais serem desenvolvidos de madeira desleixada e improvisada, mas sim por profissionais capacitados e qualificados para elaboração e instalação de sistemas de proteção contra quedas.

Você sabia que, numa eventual queda de uma altura de 5 metros, sem dispositivos de segurança, um corpo levaria apenas 1 segundo para atingir o solo? E que ele atingiria o solo a velocidade aproximada de 36km/h?  E, se este corpo tivesse massa de 75kg, atingiria o solo com 382,3kgf (quilograma força) de impacto? Ao executar trabalhos em altura, proteja-se! Use sempre dispositivos de segurança desenvolvidos por profissionais capacitados e qualificados. SACARBI M&G

A importância da LINHA DE VIDA - SACARBI M&G

A SACARBI Manutenção e Gestão atua desde 1985 nas áreas de prestação de serviços e fabricação de produtos especiais.  Situada na cidade de Joinville – SC, oferece serviços industriais dos mais amplos segmentos, para todo o Brasil e Mercosul.  Possui equipe de profissionais capacitados e inclinados na busca das melhores e mais modernas soluções para seus clientes. No segmento industrial, elabora projetos, realiza fabricação e instalação nas áreas de mecânica, elétrica e civil, dispondo de equipes especializadas em cada disciplina, para execução de seus projetos próprios e para terceirização.

Conheça neste link todas as informações de contato da SACARBI Manutenção e Gestão, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

A importância de projeto preventivo contra incêndio em uma edificação – Engefama

A importância de projeto preventivo contra incêndio em uma edificação - Engefama

Fonte: Pixabay

Desde março de 2017 entrou em vigor a Lei 13.425 que exige ações para prevenção e combate de incêndios cumpridas por parte dos estabelecimentos.

A Lei Kiss, como ficou conhecida, vem estabelecer regras gerais sobre medidas que devem ser providenciadas por parte dos proprietários para garantir a segurança dos frequentadores, em relação à incêndios.

E uma das obrigatoriedades que deve ser cumprida pela lei, é que todo estabelecimento tenha um projeto preventivo contra incêndio aprovado pelo órgão competente do estado em que o mesmo tenha suas atividades.

Neste post vamos apresentar a importância do projeto preventivo contra incêndio nas edificações e sua obrigatoriedade. Continue lendo!

As diretrizes da lei Kiss

A Lei 13.425, ou Lei Kiss como ficou conhecida, trouxe algumas mudanças e abaixo citamos algumas delas:

  • A fiscalização dos projetos não é mais competência única do Corpo de Bombeiros Local;
  • A lei orienta que deve haver um acordo entre a prefeitura de cada município e o Corpo de Bombeiros para se criar uma equipe fiscalizadora competente;
  • Será obrigatória a inclusão nos cursos superiores de engenharia e arquitetura a disciplina sobre projetos de combate a incêndio.

A partir da aprovação da lei, ficou estabelecido que o CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) e o CREA (Conselho Regional de Arquitetura e Engenharia) são responsáveis por exigir dos proprietários, a apresentação de projetos técnicos executados por profissionais especializados.

E um desses projetos é o de prevenção e combate à incêndio.

A importância de projeto preventivo contra incêndio em uma edificação - Engefama

Fonte: Brasil Escola

A importância do projeto preventivo contra incêndio

Toda edificação que tenha uma alta circulação de pessoas precisa ter o projeto de combate e prevenção ao incêndio.

Esse projeto é criado e assinado por um profissional especializado para a atividade e deve obedecer às normas de segurança estabelecidas na lei.

Só um profissional capacitado saberá elaborar o projeto de forma segura e apoiado nas exigências tanto do Corpo de Bombeiros como da legislação em geral.

O objetivo de um projeto preventivo contra incêndio é fazer com que o local seja o mais seguro possível.

Dessa forma, o projeto visa prevenir de todas as formas possíveis os riscos de incêndio e acidentes.

Um projeto eficiente deve também conter:

  • Iluminação e sinalização de emergência;
  • Sistema de Extintores de Incêndio;
  • Sistemas de Alarme de Incêndio;
  • Pára-Raios – Sistema de Proteção Contra descargas Atmosféricas (SPCDA);
  • Cálculo de carga de fogo;
  • Rotas de fuga;
  • Risco de incêndio da edificação;
  • Redes de Hidrantes;
  • Centrais de Gás – (GLP e GNV).

Quem precisa fazer o projeto preventivo contra incêndio?

Se formos falar em termos de conscientização, poderíamos dizer que todos os estabelecimentos públicos deveriam ter o projeto preventivo contra incêndio, mas, enquanto isso não acontece, a lei determina que o mesmo é obrigatório para:

  • Prédios comerciais de serviços ou locais que recebem uma concentração de pessoas igual ou acima a 100 frequentadores, coberto ou descoberto.
  • Para locais em que circulam, predominantemente, idosos, portadores de deficiência ou crianças, mesmo em quantidade menor de 100;
  • Para edifícios que contenham em seu interior quantidade grande de inflamável;
  • Para os imóveis públicos ou locais ocupados por órgãos governamentais.

A importância de projeto preventivo contra incêndio em uma edificação - Engefama

Cuidados para a prevenção

Um projeto preventivo contra incêndio em qualquer edificação, certamente trará segurança para o proprietário e para o público frequentador.

Mas, além do projeto, é de extrema importância que os moradores do prédio, ou trabalhadores do local saibam identificar e usar as saídas de emergência, bem como os extintores, acionamento de alarmes e hidrantes.

A tecnologia e os equipamentos voltados à prevenção de incêndios estão à disposição no mercado, para dar maior e melhor segurança a todos.

Elaborar um projeto para tornar a sua edificação segura em relação a incêndio é um ato de responsabilidade.

Se seu condomínio ou sua empresa ainda não está atendendo as normas da nova lei, não deixe seus frequentadores correrem riscos.

Entre em contato e conheça a Engefama, empresa especializada que pode auxiliar e contribuir para a segurança do seu edifício.

Fontes:
Corpo de Bombeiros de Santa Catarina
Casa Civil da Presidência da República

A importância de projeto preventivo contra incêndio em uma edificação - Engefama

A Engefama Soluções em Engenharia situa-se na cidade de Timbó, no Vale do Itajaí em Santa Catarina, e mantém uma equipe técnica altamente qualificada para atuar nas seguintes serviços:

  • Arquitetônico;
  • Estrutural;
  • Hidrosanitário;
  • Acessibilidade;
  • Preventivo Contra Incêndio;
  • Elétrico;
  • Cabeamento Estruturado;
  • Topografia;
  • Retificação, Unificação e Desmembramento;
  • Sondagem SPT;
  • Protótipos 3D.

Conheça neste link todas as informações de contato da Engefama Soluções em Engenharia, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete Lopes

As vantagens das lajes pré-moldadas – M. Moretti

As vantagens das lajes pré-moldadas - M. Moretti

Fonte: Escola Engenharia

A laje tem por objetivo fazer o papel de teto e também faz parte do piso, ou seja, é uma estrutura plana horizontal que, apoiada por vigas e pilares, divide os pavimentos de uma construção.

É também a responsável por suportar o peso e a pressão sobre as vigas e sobre os pilares.

Dois tipos de lajes podem ser utilizadas numa construção, a laje maciça e a laje pré-moldada.

Neste post, vamos apresentar a laje pré-moldada, que vem sendo utilizada na maioria das construções por apresentar redução significativa de preço e atender perfeitamente às necessidades da obra. Confira!

Laje maciça

Para entendermos as vantagens da laje pré-fabricada, precisamos primeiro conhecer a chamada laje maciça.

A laje maciça é aquela montada na obra, onde os moldes são construídos no local e recebem a carga do concreto fresco sobre as formas.

Percebe-se imediatamente que a mão de obra para se trabalhar com laje maciça não é pequena, uma vez que se faz necessária a montagem dos moldes ou formas e de grande quantidade de concreto e aço para criar a laje.

As vantagens das lajes pré-moldadas - M. Moretti

Fonte: Lima Kiko

Laje pré-moldada

Diferente da laje maciça, a laje pré-moldada pode ser comprada pronta. No momento certo da obra faz-se o pedido e o material está à disposição para ser trabalhado.

Neste caso, percebe-se que não existe a necessidade da montagem de uma fábrica de lajes no ambiente da obra, o que diminui significativamente os custos de mão de obra e materiais.

Esta tem sido uma tendência do mercado de construção civil, pois, a laje pré-moldada, além de atender o objetivo, é prática e de fácil montagem.

A tecnologia também colabora para este tipo de laje, pois, são muitas as opções encontradas, dependendo dos objetivos do ambiente a ser montado.

As vantagens das lajes pré-moldadas

São muitas as vantagens em optar pelas lajes pré-moldadas, e aqui apresentamos as principais:

1 – Economia

Com a contratação das lajes pré-moldadas, não há necessidade de se montar uma linha de produção para a fabricação das lajes, portanto, existe uma redução significativa em mão de obra.

Outro ponto importante é que o consumo de aço e o consumo de concreto caem substancialmente, uma vez que as lajes vêm prontas e com todas as garantias de fabricação e atendendo as exigências legais.

2 – Praticidade

Mudanças de planos e de projeto são resolvidos de forma rápida e prática, uma vez que os materiais podem ser deslocados para quaisquer pavimentos e permitem a possibilidade de extensões verticais, sem grandes transtornos e prejuízos.

Ou seja, as lajes pré-moldadas atingem vãos que antes não eram imagináveis, graças ao desenvolvimento tecnológico na área de cálculo estrutural.

As lajes pré-moldadas podem ser utilizadas tanto em construções residenciais, com vãos que variam de tamanho, normalmente até 5 metros mas podendo chegar a 8 metros, como também em grandes construções, como shoppings ou hospitais onde os vãos são de até 12 metros de comprimento.

3 – Rapidez

Agilidade e rapidez são outras vantagens, uma vez que o processo passa a ser de montagem e não de fabricação, reduzindo etapas na construção.

Outro ponto importante, e que envolve agilidade, é que se algum ambiente necessitar de um acústico especial, materiais adequados podem ser utilizados para atender a esta necessidade, tudo com agilidade e rapidez.

As vantagens das lajes pré-moldadas - M. Moretti

Fonte: AECweb

4 – Outras vantagens

As vantagens apresentadas já são suficientes para escolher a laje pré-moldada, mas, ainda não acabaram! Ainda merecem destaque:

  • Redução do peso da construção;
  • Redução ou eliminação do uso de formas;
  • Redução do escoramento.

Existem empresas especializadas e que podem colaborar com orientações e, a partir das necessidades específicas da sua obra, apresentar as melhores opções e sugestões para atender sua demanda.

A M.Moretti é uma destas empresas, e está pronta para avaliar e apresentar a melhor opção para sua obra, quando o assunto for lajes pré-moldadas.

Fontes:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

As vantagens das lajes pré-moldadas - M. Moretti

Desde 1986 a M.Moretti vem desenvolvendo estruturas em concreto pré-fabricados, dentro da legislação e atendendo as normas técnicas da ABNT.

Atendendo a todo litoral catarinense, a M.Moretti oferece produtos e serviços de alta qualidade, conquistando um mercado exigente e que necessita de comprometimento e profissionalismo.

Atendendo de forma personalizada aos profissionais da engenharia, presta assessoria técnica e oferece produtos e serviços de qualidade ao mercado catarinense.

Produtos:

  • Laje Treliçada Unidirecional
  • Laje Treliçada Bidirecional
  • Laje Mini Painel Treliçado
  • Laje Painel Placa
  • Galpões pré-moldados
  • Estruturas Metálicas

Serviços:

  • Bombeamento de concreto estacionário
  • Concreto Convencional
  • Pisos Industriais

Conheça neste link todas as informações de contato da M.Moretti Industrial, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete Lopes

A importância do projeto elétrico em uma edificação – Engefama

A importância do projeto elétrico em uma edificação - Engefama

Fonte: Weg

Os trabalhos desenvolvidos na construção de qualquer edificação envolvem profissionais e especialistas de diversas áreas.

São centenas de detalhes que precisam de estudos, análises e definições para que tudo corra bem e o resultado seja o esperado.

A área elétrica, em especial, exige cuidados e especificações corretas, pois, os possíveis problemas acabam aparecendo somente após a ocupação do edifício, gerando transtornos e desgastes desnecessários e colocando em risco a estrutura e as pessoas.

Para evitar todo esse problema, nada como um bom projeto elétrico que apresente com detalhes as soluções a serem implantadas.

Continue lendo nosso post e saiba sobre a importância de um projeto elétrico nas edificações. Confira!

Dimensionamento dos pontos elétricos

A falta de um projeto é perceptível pelos ocupantes dos imóveis no exato momento em que precisam instalar equipamentos e disponibilidade de pontos elétricos e não encontram.

Fica claro que não existiu um estudo a este respeito e que as instalações elétricas e pontos de energia foram feitos sem quaisquer critérios sem levar em conta as necessidades dos seus ocupantes.

Um projeto elétrico deve contemplar uma análise e plano que atenda as cargas elétricas consumidas por chuveiros, condicionadores de ar, eletrodomésticos e iluminação.

Também precisa prever o dimensionamento das instalações, definindo o número de fases, disjuntores e condutores obedecendo às normas e exigências legais.

Com a falta de um projeto elétrico eficiente iniciam-se as improvisações e os ajustes necessários, tomando tempo de todos, além da sujeira e dos valores a serem investidos para reformar aquilo que acabou de ser entregue.

Outros problemas comuns são os chuveiros que dão choque e as lâmpadas que não acendem e necessitam de retrabalho e dinheiro para que passem a funcionar.

Desgastes e problemas que poderiam ter sido evitados, se um bom projeto elétrico fosse desenvolvido com critério e da maneira correta.

Principais problemas em instalações elétricas

Muito além dos problemas já citados e que são imediatamente perceptíveis pelos ocupantes dos edifícios, existem outros que podem ser mais graves e que não são visíveis:

1 – Curto Circuito

Ocorre a partir do aquecimento acima do normal nos cabos e que prejudica o seu isolamento. Acontece quando duas potências são unidas da maneira incorreta criando um caminho sem resistência e o aquecimento dos fios.

O curto-circuito é responsável por inúmeros casos de incêndios, gerando enormes prejuízos e colocando vidas em risco.

A importância do projeto elétrico em uma edificação - Engefama

Fonte: Revista IstoÉ

2 – Fuga de corrente

Conhecido como aterramento, o “fio terra” desvia para a terra através de um condutor a energia, evitando que essa circule no corpo humano e provoque o chamado choque.

O isolamento dos cabos é de extrema importância e evita situações que podem levar uma pessoa a óbito, dependendo da gravidade do choque.

3 – Sobrecarga de energia

Muito comum quando mal dimensionada a carga de energia necessária ou ainda quando dois ou mais equipamentos estão ligados numa mesma tomada.

Este problema pode queimar equipamentos ou danificá-los pelo esforço extra fora do padrão na qual foram produzidos.

4 – Sobretensão

Ocorre quando a tensão é maior que aquela em que o ambiente foi dimensionado. Um bom exemplo são os raios, que podem “torrar” os equipamentos e aparelhos elétricos.

A importância do projeto elétrico em uma edificação - Engefama

Fonte: Pixabay

Quem faz o projeto elétrico?

Engenheiros eletricistas estão capacitados a desenvolverem os projetos elétricos de uma obra.

O que garante a qualidade do projeto é a verificação se os referidos profissionais estão registrados nos seus conselhos de classe, neste caso o CREA.

O projeto elétrico deve apresentar detalhes do que será instalado nas edificações, como, por exemplo: os circuitos integrantes do sistema elétrico com as definições das bitolas de fios, cargas elétricas, potências máximas e especificações de tomadas e interruptores.

É fundamental que o projeto elétrico atenda às normas vigentes e às especificações e utilizem produtos certificados e normatizados, evitando problemas e desastres.

A improvisação encarece a obra

Tudo fica muito mais caro, quando imagina-se economizar no projeto elétrico e os problemas aparecem com a utilização dos ambientes.

Prejuízos sérios podem ser evitados se uma definição prévia de toda a parte elétrica e de infraestrutura do ambiente tivessem sido antecipadas.

O projeto elétrico nas edificações evita ocorrências, elimina danos materiais e riscos de vidas, diminui os custos da obra em função da análise do ambiente e colabora para a agilidade das instalações, garantindo qualidade e possibilidade de troca de layouts nas diversas situações.

É importante, portanto, contar com profissionais qualificados que podem apresentar soluções e colaborar nos estudos e desenvolvimento de projetos elétricos da sua edificação.

Para isto, a Engefama, está pronta para atender as mais diversas e rigorosas exigências técnicas, quando o assunto for projetos elétricos.

Fonte:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
IBDA – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura

A importância do projeto elétrico em uma edificação - Engefama

A Engefama Soluções em Engenharia situa-se na cidade de Timbó, no Vale do Itajaí pertencente ao estado de Santa Catarina, e mantém uma equipe técnica altamente qualificada para atuar nas seguintes serviços:

  • Arquitetônico;
  • Estrutural;
  • Hidrosanitário;
  • Acessibilidade;
  • Preventivo Contra Incêndio;
  • Elétrico;
  • Cabeamento Estruturado;
  • Topografia;
  • Retificação, Unificação e Desmembramento;
  • Sondagem SPT;
  • Protótipos 3D.

Conheça neste link todas as informações de contato da Engefama Soluções em Engenharia, empresa parceira do Catálogo Empresarial CREA-SC.

Matéria escrita por: Marlete Lopes

Esclarecendo os preceitos e deveres da CIPA – Ambientec

Esclarecendo os preceitos e deveres da CIPA - Ambientec

Imagem: INBEP

A CIPA, ou Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, é um órgão partidário instaurado no fluxo trabalhista de empresas públicas, privadas, ou autônomas. O principal objetivo da comissão é prevenir os casos de acidentes trabalhistas e assegurar a saúde e bem-estar dos colaboradores. A norma regulamentadora nº 5 dita o funcionamento permanente da CIPA, que deve ser aplicado em instituições cuja relação entre empregadores e empregados seja ativa – como adendo, têm-se, além das já citadas corporações de regimento público, privado e autônomo, as cooperativas, associações recreativas, órgãos de administração direta e indireta. É pertinente ressaltar o comprometimento de trabalhadores e administradores como ponto-chave de efetivação desses preceitos.

Do ponto de vista organizacional, a CIPA deve ser composta por representantes titulares e suplentes designados diretamente, no caso dos empregadores, e por meio de votação, no caso dos empregados. A eleição dos encarregados é feita a partir do voto secreto e pode contar com a participação de todos os colaboradores interessados. O mandato dos suplentes tem duração máxima de um ano, com direito à reeleição. No caso do empregador, é incumbido o direito de seleção do presidente da CIPA. Já os demais titulares, incluindo o vice-presidente, são eleitos pela gama dos trabalhadores.

A comissão age no ambiente empresarial escrutinando as causas-raízes de acidentes, traçando um panorama de malefícios comuns, e desenvolvendo propostas de combate a futuros percalços trabalhistas – como o mau uso dos EPI’s de segurança, ou a manutenção deficitária dos instrumentos de trabalho. Além disso, a saúde ocupacional também é privilegiada pelos membros comissionados ao órgão de segurança, o que abrange direitos à integridade física e emocional dos empregados.

A CIPA também conta com medidas de conscientização, como a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, que reúne a equipe de colaboradores em palestras e treinamentos convenientes ao tema referido. Para implementar a comissão em sua cadeia produtiva, as empresas devem fazer a contagem do número total de funcionários para definir a quantidade de representantes da CIPA. Logo em seguida, as eleições devem ser programadas e pode ser feita a convocação dos votantes. Isso é procedido pela contagem dos votos e anúncio dos resultados. Por fim, os membros eleitos são submetidos a um treinamento adaptativo e exercem os cargos pelo período equivalente a um ano.

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O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? – Bumax

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Além de oferecer um nivelamento de qualidade, estes produtos reduzem o tempo de assentamento dos pisos em até 50%. Interessante não é? Conheça agora como este sistema que nivela pisos funciona.

Os Niveladores de Pisos são na verdade o conjunto de duas peças: Clipe Espaçador (opção para fuga de 1mm a 5mm) e Cunha. Geralmente são vendidos separadamente, e variam de formato e material conforme fabricante.

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Existem no mercado 2 principais sistemas de nivelamento de pisos. A diferença principal é que para um, a aplicação é manual e mais simples, já para o outro, é necessário adquirir um alicate de pressão para realizar o processo de instalação.

Veja a seguir o passo a passo utilizando os Niveladores de Pisos Bumax, que dispensam o uso de alicate/ferramenta:

Passo 1

Após aplicar a argamassa e assentar o revestimento, adicione 1 clipe espaçador entre 5 e 10 cm de cada extremidade do piso. É recomendado acrescentar 1 ou mais clipes por lado em formatos maiores e/ou mais pesados.

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Passo 2

Junte o próximo revestimento e então insira a cunha niveladora na abertura do clipe, sempre empurrando-a com o polegar e depois puxando o clipe para trás para aplicar pressão. Repita estes dois movimentos até que a cunha fique firmemente encaixada. Com os niveladores de pisos Bumax, o nivelamento acontece em poucos cliques.

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Passo 3

Aguarde a argamassa secar de acordo com instruções do fabricante e então remova as peças batendo lateralmente com um martelo de borracha ou chutando com um sapato de E.P.I. – sempre no sentido da fuga. É importante adquirir clipes com área de ruptura bem definida, pois evitam rebarbas no rejunte e retrabalho.

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Passo 4

Após a remoção, descarte os clipes quebrados e recolha as cunhas. As cunhas da Bumax são altamente resistentes e podem ser reutilizadas por várias vezes, com vida útil de até 100 aplicações.

O que é Nivelador de Pisos e como utilizar? - Bumax

Fácil não é mesmo? Utilizar niveladores de pisos é certeza de mais produtividade e qualidade no acabamento da sua obra! Antes de escolher o seu modelo, não deixe de conhecer os diferenciais da Bumax clicando aqui.

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Aspectos normativos da segurança: Escadas e EPI’s – Ambientec

Aspectos normativos da segurança: Escadas e EPI’s - Ambientec

Imagem: Freepik

Em um treinamento empresarial, que dá as boas vindas e informa os colaboradores sobre as regras de conduta da companhia, um dos aspectos mais frisados é a utilização correta dos apetrechos de segurança, criados com o intuito de proteger a integridade física dos trabalhadores. Foram sancionadas condições previstas em lei que asseguram a implementação de tais regras em quaisquer órgãos públicos ou privados que possuam, em seu núcleo laboral, funcionários contratados e efetivados pelas CLT’s (Consolidação das Leis do Trabalho), as intituladas Normas Regulamentadoras (NR). Essas medidas regulamentadas pela Constituição são divididas em 36 segmentos, cada qual relacionado a uma diferente área da segurança do trabalho.

Entre as atividades de alta periculosidade estão os trabalhos realizados em alturas elevadas, que requerem o uso de equipamentos específicos para a sua execução. A norma responsável por apresentar os requisitos necessários para a coibição de acidentes nesses ofícios é a NR 35, que lista os EPI’s obrigatórios para os serviços, como o cinto de segurança, o trava-quedas, a cadeira suspensa e o capacete. Ainda referente à norma, para ser considerado um trabalho em altura, a distância entre o colaborador e o chão deve ser superior a 2 metros; e isso inclui as tarefas abaixo do nível do solo, como a escavação e a manutenção de poços.

Um dos serviços mais comuns, e que se encaixam na categoria “trabalho em altura” é a execução de cargos em setores localizados em áreas onde o uso das escadas é imprescindível. Os casos de acidentes nestes segmentos são comuns, o que alerta para uma atuação em conjunto entre empregador e empregado. Algumas restrições formuladas na NR 35 ditam algumas checagens, como a posição correta das escadas – e isso inclui o estado do equipamento, sua manutenção e capacidade de uso -, a base de apoio, que nunca deve ser sustentada ou elevada por blocos de cimento, e a sinalização correta. De forma inegável, os EPI’s são os instrumentos mais eficazes para a prevenção de acidentes. No caso do uso de escadas, os equipamentos necessários são: cinto de segurança, capacete de proteção e calçado de segurança.

Precisa de ajuda com as questões de segurança do trabalho? Saiba como podemos ajudá-lo clicando aqui.

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MEGAÇO na vanguarda da inovação traz para Santa Catarina o sistema Profort, para obras mais rápidas, leves e limpas

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A PlacLux conta com uma ampla rede de Distribuidores presente em todo o território nacional, além de oferecer suporte comercial e técnico através do Serviço Atendimento PlacLux (SAP).

Em Itajaí/SC, localizada em uma das mais conhecidas avenidas da cidade, você pode encontrar o Sistema de placa cimentícia ProFort na Megaço, empresa que traz para o mercado Itajaiense e região, um novo conceito de construção.

A Megaco é uma empresa focada em melhorar cada vez mais seu atendimento e qualidade dos produtos oferecidos, através de amplo conhecimento baseada na enorme experiência familiar, contam com uma equipe especializada e preparada pra melhor atendê-lo.

O sistema Profort 8 mm pode ser utilizado em fechamento de paredes ou forros internos com maior resistência a umidade e a impacto principalmente se comparado com as placas convencionais de drywall.

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Profort 10 mm para aplicações externas como pequenas fachadas, platibanda , beirais e shafts.

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Profort 12,5 mm para fechamento de paredes externas de casas, galpões, prédios , escolas, shopping, hospitais, aeroportos entre outros.

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A PLACLUX acredita nos seguintes vetores como aceleradores do Light Steel Frame no Brasil:

1: Bons projetos;
2: Padronização / Normatização:
3: Produtos e sistemas confiáveis:
3: Capacitação permanente de mão de obra.

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Estes fatores combinados resultarão em empreendimentos bem sucedidos e que servirão como referência para o mercado.

Saiba mais:
www.megacoconstrucaoaseco.com.br